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Diomedes Chinaski

"Versos Aleatórios #02"

[Verso]
Quando não havia recursos fiz na tora
Tempo era curto metodizei a hora
A mente em turbilhões mesmo sem salvia divinorum
Seja produtivo ou morra, porra, viva agora
Chave mestra é o inicio de uma nova aurora
A fauna aflora a alma e tudo que ela aflora
Sagacidade sempre viram dias de glória
Tão fazendo evento mas é nós que faz história
Fumar beck's pra preencher tracks
Quer conhecimento, segue a estrada mundo a fora
Quem ta pensando em cheques antes de ideias chat
Se perde porque antes do tempo não se comemora
Decisões com certeza são tomadas com frieza
Quero ver o melhor na mesa da minha senhora
Então boto pra fora que a favela chora que a mídia ignora
Nos fazem de escória, pois onde a miséria mora não existe beleza
A sociedade se apega a ganância e renega o irmão a mesma que me prega
Se entrega o amor cristão, regra flores com chumbo
Se nega a repartir o pão
Esfrega toda as manhãs os olhos da cega razão
Criaram um mundo cão, diante da face de Deus
Enxerga primeiro o cifrão antes da face dos seus
Mesmo assim não, deixe que teu coração congele
Nem que o cérebro brilhe menos que a pele
Graças a cultura de massa alguns defecam pela boca
Outros ostentam só a aparência porque são pessoas ocas
Não é pra preservar o pudor que o véu árabe existe
E sim pra esconder mais um rosto abatido e triste
Um diamante que enfeita caso a guerra que mata
A ditadura democrática
No Sudão a água mata, solidão a mágoa ataca
Maldita esperança, mas calma
O amor renasce quando nasce outra criança
Como, se na miséria cresce outra criança
Na cidade cinza sem esperança

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