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Nego Gallo

"Deuses Negros"

[Intro: Doiston]
Fé, fé, fé, fé, woo
Yeah, yeah

[Refrão: Doiston]
Minha vida, meus planos
Meu cano, meus manos
Mil danos contamos
Tô sempre voando
E o que eu posso dizer?
Enquanto eles dizem
Que somos o dano
Mas seguem matando
Já passei os pano
Agora eu tô sujando
Bem-vindo ao meu mundo, bonecos de pano
Resistente ao perigo
Eternizo o meu vício
Se dizem amigos
Todos sabem o perigo

[Verso 1: Doiston]
Perder é sujeira pra quem nunca chegou no beco
Viver aqui é difícil, eu sei
Duvidam da tua vida
Se eu falo alto, já te ameacei
E eu nem comecei
Uns morrem aos 16
Não foi a minha vez
Seja pobre ou preto, não tenha medo de pegar o que é seu
Eu tô no pique, na atividade, pra pisar no campo e marcar [?]
Prepara a marca pro Coro, que não dá pra doido bater e voltar [?]
Sabe qual é? Não é pisar no meu pé
A senhora sabe o que eu canto e não sabe da minha fé
Não vai tocar no meu pé, não vai poder ficar em pé
Sou faca na mão e dou estrago pra ser, irmão
E se há espaço pra sermão
Vida fácil não foi não
Pretos nascem no caixão
Quer mais motivo pra ação?
Fortal tá a concentração
Meus sentimentos, irmão
Pula no meu é base
Prego de Uzi nunca atirarão
Respeita ou peita na apresentação
Seus pensamentos são a sua visão
Falei

[Refrão: Doiston]
Minha vida, meus planos
Meu cano, meus manos
Mil danos contamos
Tô sempre voando
E o que eu posso dizer?
Enquanto eles dizem
Que somos o dano
Mas seguem matando
Já passei os pano
Agora eu tô sujando
Bem-vindo ao meu mundo, bonecos de pano
Resistente ao perigo
Eternizo o meu vício
Se dizem amigos
Todos sabem o perigo

[Verso 2: Doiston]
Dando
Vocês sabem o que é dor?
Encha minha taça pra esquecer a dor
Quero o que é meu, não peço "por favor"
Pra nós a porta sempre se fechou
Todos os preto têm a mesma cor
Todo o meu gueto tem a mesma dor
Todo respeito a quem nunca faltou
Janela aberta, entrada pro meu som
Essas esquinas conhecem o meu som
Esses babacas nunca foram bons
Rajada, tudo ou nada
De espada ou na palavra
Várias casa derrubada
Meus amigos camarada
Mais afiada que navalha
Sempre procuro uma entrada
Melhor balão é na quebrada
Mais ligeiro que os canalha
Com a mente tão chapada
Mais ardente do que canela
Que [?]
Eu vi [?], eu levanto
E se não vamos, partimos planos
Em novos conflitos urbanos
Bandidos eu pensei no banco
Eu varrendo o chão

[Refrão: Doiston]
Minha vida, meus planos
Meu cano, meus manos
Mil danos contamos
Tô sempre voando
E o que eu posso dizer?
Enquanto eles dizem
Que somos o dano
Mas seguem matando
Já passei os pano
Agora eu tô sujando
Bem-vindo ao meu mundo, bonecos de pano
Resistente ao perigo
Eternizo o meu vício
Se dizem amigos
Todos sabem o perigo

[Interlúdio: Nego Gallo]
Rodney King
8-5
Fortal

[Verso 3: Nego Gallo]
9-1, Califórnia queimou
A nêga no rio, minha cor
Podia ser minha irmã, minha amiga
Ou meu amor
Negros matam mais negros sem a clã
Negros têm problema de identidade
Esquecem a identidade
O crime pede identidade pra lembrar a sua identidade
Eu também sei o que é ser negro
E que falem os negros de verdade
Um deus negro, um Adão negro
Um deus negro (Fortal), um Adão negro
(Bem-vindo ao meu mundo, bonecos de pano)
Um deus negro
Bem-vindo ao meu mundo, bonecos de pano

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