Lino
Iner
A gente fecha porta
A gente perde tempo
A gente acha que entende tanto movimento
A gente bate forte
A gente evita o dentro
Na esperança que é lá fora que tá o momento

Quantas vidas eu deixei pra trás?
(Oh!)
Quantas vezes eu morri eu já nem lembro mais
Quantas guerras eu travei com os meus ideias
Quantas delas eu perdi porque eu pensei demais?
Vai!

Você sabe quem você é?
E quem você não é?
Você sabe?

É tanta prece
É tanto santo pra tanto quebranto
A gente aprende mesmo é devagar, porque
Não tem hoje que mude o ontem
Paciência é amuleto no fundo do mar
Toda sensibilidade pra eu me segurar, eu sei
Não tem dia que negue a noite
O Mundo segue forte
A gente segue quente
A gente adora uma vitória no dente por dente
Consciência cobra
Calma minha mente!
É o afeto que me cura e me trás pro presente

Quantas chances eu deixei passar
Quanta sombra, quanta luz pra gente se encontrar
Quantas pedras eu juntei de uns anos pra cá
Quanta selva eu me perdi por não saber falar

(oh, oh oh oh oh)
(oh oh oh oh oh)

Vem me fala de dor
Eu tenho a febre do amor
E a gente passa por cima de tudo
A gente aperta, desmancha, conserta se acerta e volta
Com aquela força de mudar o Mundo

Não é o vazio que me atrai
O tempo é curto demais
E se a gente se distrai, se disfarça, se traí
Só que
O que é preciso pra que a nossa roda volte a girar
A gente tem que se reencontrar
É tanta prece
É tanto santo pra tanto quebranto
A gente aprende mesmo é devagar, porque
Não tem hoje que mude o ontem
Paciência é amuleto no fundo do mar
Toda sensibilidade pra eu me segurar, eu sei
Não tem dia que negue a noite