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Quim Barreiros

"Passarinho"

[Passarinho]
Alentejo, quando canta
Sei  que está na solidão
Traz  a alma na garganta
E o sonho no coração

Eu ouvi o passarinho
Às  quatro da madrugada
Cantando  lindas cantigas
À porta da sua amada
Por  ouvir cantar tão belo
A sua amada chorou
Às quatro da madrugada
O passarinho cantou

Alentejo,  terra rasa
Toda coberta de pão
As suas espigas doiradas
Lembra-me alguém em oração

Eu ouvi o passarinho
Às quatro da madrugada
Cantando lindas cantigas
À porta da sua amada
Por ouvir cantar tão belo
A sua amada chorou
Às quatro da madrugada
O passarinho cantou

Eu ouvi o passarinho
Às quatro da madrugada
Cantando lindas cantigas
À porta da sua amada
Por ouvir cantar tão belo
A sua amada chorou
Às quatro da madrugada
O passarinho cantou
Às quatro da madrugada
O passarinho cantou
Às quatro da madrugada
O passarinho cantou
Às quatro da madrugada
O passarinho cantou

[Baile Mandado]

[Lambada]
Chorando se foi quem um dia só me fez chorar
Chorando se foi quem um dia só me fez chorar
Chorando estará, ao lembrar de um amor
Que um dia não soube cuidar
Chorando estará, ao lembrar de um amor
Que um dia não soube cuidar

A recordação vai estar com ele aonde for
A recordação vai estar p'ra sempre aonde for
Dança sol e mar, guardarei no olhar
O amor faz perder e encontrar
Lambando estarei ao lembrar que esse amor
Por um dia, um instante foi rei

[Dançando Lambada]
Morena cintura de mola
Seu jeitinho me faz relaxar
Esquecer essa coisa faceira
Desse jeito não sei o que será
Felizmente morena você na lambada me faz delirar

Dançando lambada ê, dançando lambada lá
Dançando lambada ê, dançando lambada
Dançando lambada ê, dançando lambada lá
Dançando lambada ê, dançando lambada

Com jeitinho neguinha me diz
Bem juntinho escorregando dá
De tantos desejos aflitos
Sua pele lisa meu corpo roçar

Dançando lambada ê, dançando lambada lá
Dançando lambada ê, dançando lambada
Dançando lambada ê, dançando lambada lá
Dançando lambada ê, dançando lambada

[Porca da Martingança]
A tua mãe comprou uma porca
Na feira da Martingança
Com sete arrobas de peso
E treze tetas na pança
O meu pai é o lavrador
Mais rico que a vila tem
Emprestou um dos seus porcos
À porca da tua mãe

Hoje o porco do meu pai
Anda à rasca dos pulmões
Porque a porca da tua mãe
Só queria fazer leitões
Agora foge das porcas
Não está p'ra se ralar
Não tem força na cabeça
Passa o tempo a afocinhar

[Senhor de Matosinhos]
Ontem ao descer a avenida
Vi uma atrevida de perna à bela
Quis-me agarrar à mãozinha
Mas coitadinha, levou com ela!

Ó Senhor de Matosinhos
Ó Senhora da Boa Hora
Ensinai-nos os caminhos
P'ra sairmos daqui p'ra fora!
Ó Senhor de Matosinhos
Ó Senhora da Boa Hora
Ensinai-nos os caminhos
P'ra sairmos daqui p'ra fora!

[Azar na Praia]

[Mulher Ingrata]

[Pirolau]

[Porto, Porto, Porto]

[Marcha do Benfica]

[Marcha do Sporting]

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